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Ogun
![]() Implacável guerreiro vencedor de todas as demandas, divindade africana das mais antigas, rege o ferro e todos os metais. Padroeiro dos militares, dos agricultores, dos ferreiros. É o Orixá que rege a tecnologia e o avanço da ciência. A Ogun se recorre em questões profissionais, de difícil solução, e em casos de demandas pessoais, onde existam envolvimentos com autoridades policiais e riscos de vida por atentado de qualquer natureza.
Cor: verde e vermelho
Dia da Semana: Quinta-Feira
Conhecido como: Ogun Avagã, Onira e Adiolá, sincretizado como São Paulo, Santo Expedito e principalmente por São Jorge. Recebe suas oferendas nos trilhos dos trens (estradas de ferro), ou na entrada das matas.
Saudação: Ogunhê, Patacorí.
Arquétipo dos filhos de Ogun. Os filhos de Ogun possuem temperamento um tanto violento, são impulsivos, briguentos e custam a perdoar as ofensas dos outros, chegando muitas vezes em não perdoar. Não são muito exigentes na comida, no vestir (com certas excessões), nem tampouco da moradia, são amigos ao extremo, desde q seja recíproca tal sentimento, normlamente estão sempre envolvidos com demandas, são mestres do atirar verde pra colher maduro, as vezes muitos desconfiados. Astutos, estrategistas e calcullistas, os filhos deste Orixá despertam sempre interesse nas mulheres, tem seguidos relacionamentos sexuais. Possuem uma energia física muito grande, raramente adoecem, seu lema principal é vencer na vida, não importando qual tipo de trabalho ou esforço para conseguir seus ideais.
LENDAS Após retornar de suas batalhas vitoriosas e depois de numerosos anos ausentes. Ogun decidiu voltar a irê (primeira cidade construída e sob governo de seu filho) quando chegou teve a impressão que ninguém o reconhecia, tentou conversar com seus súditos e foi ignorado. Ogun cuja paciência é pequena, enfureceu-se com o silêncio geral, por ele considerado ofensivo. Começou a quebrar com golpes de sabre os potes e, logo depois, sem poder se conter, passou a cortar as cabeças das pessoas mais próximas, até que seu filho apareceu, oferecendo-lhe as suas comidas prediletas. Quando seu filho lembrou-o que este dia era sagrado e as pessoas não podiam falar por ordem do próprio ogun. Ogun então lamentou seus atos de violência e declarou que já vivera bastante. Baixou a ponta de seu sabre em direção ao chão e desapareceu pela terra adentro com uma barulheira assustadora. Porém antes de desaparecer pronunciou algumas palavras. Palavras ditas por nós, filhos de ogun para aclamarmos sua defesa. Caso estejamos em perigo. |




