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Cor: marrom telha para Oyá e Vermelho com branco para Yansã
Conhecida por: Iançã Timboâ, Dirã e Niqué, sincretizada como Santa Rita de Cássia, Santa Joana D´arc e principalmente como Santa Bárbara, recebe suas oferendas nos pés de Pitangueira, Taquareiras e no meio das matas. Saudação: Epaieio
Arquétipo dos filhos (a) de Iansã / Oyá Os filhos desse orixá são muito extrovertidos, apreciando boas companhias, festas, viagens e divertimentos em geral. Possuem muita vitalidade, estando sempre dispostos para fazer o que gostam. Não suportam trabalhar em lugares fechados e, principalmente, obedecer ordens, pois não gostam de se sentir inferiorizados. Por isso as vezes, são instáveis em sua vida profissional. Não aceitam que pessoas de fora se intrometam na rotina de sua casa ou dêem palpites em sua vida familiar. Não gostam que lhe digam o que fazer, ou que lhe façam críticas. Sempre tentarão justificar suas atitudes, mesmo que sejam injustificáveis. Normalmente dão muito valor à segurança de um lar e de uma família bem constituída e feliz. Adoram sua casa, embora não agüentem ficar presas a ela. São muito sensuais e apaixonam-se com freqüência, conquistam quem eles querem, porém têm dificuldades em manter o relacionamento. São ciumentos ao extremo, possessivos e incapazes de perdoar ou esquecer uma traição. Quando são provocados, enfurecem-se de uma tal maneira, que ninguém ousa enfrentá-los. A fúria não demora muito para passar, fazendo-os voltar ao normal, como se nada tivesse acontecido. Geralmente arrependem-se por agir dessa forma. Em seu estado normal, podem ser dóceis e amáveis. Algumas vezes são ousados e arrogantes, possuindo um gênio e uma natureza difícil de lidar. São muito francos e diretos, não havendo ética que os segure. Gostam de lutar pelo que acreditam e acham justo. Os filhos de Oyá possuem uma grande necessidade de afirmação.
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Impetuosa e guerreira, luta contra todo e qualquer tipo de preconceito. Feminista e amante, dona dos raios, das ventanias e do tempo que fecha sem chover. Rege o telhado das casas, é a padroeira das vitórias e conquistas consideradas impossíveis, dos amantes e dos namorados antes do casamento. É o orixá feminino que reina sobre os Eguns (almas dos mortos). A Iançã se recorre em questões comerciais que necessitem de movimento, e para união das "almas gêmeas".

